Como fiquei com o adoecimento mental de minha mãe (aos meus 9 anos) e o suicídio dela (aos meus 16)? Como isso interfere na minha vida, aos 46, como mulher, mãe de 3 filhos, jornalista, escritora, palestrante, paciente bipolar aposentada com várias tentativas de suicídio e algumas internações, e idealizadora da Associação Vida Nova para Pessoas com Transtorno Bipolar, Depressão, seus Familiares e Enlutados pelo Suicídio? Descobri que devemos estudar, aprender e trocar conhecimento para combater o preconceito (que aumenta nossa dor), e acolher emocionalmente nossos iguais. Não estamos sozinhos!
Renata Maia
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