Estou falando contigo mesmo, que em algum ponto das décadas de 80 e 90 se viu encostado em um balcão de copiadora esperando a duplicata do seu livro de RPG favorito. Era uma época de esforços, era a única forma de conseguir um exemplar, isso ou, na loucura de alguns, datilografar uma cópia. Um contexto em que os sistemas de RPG eram quase propositadamente incompletos e o Dungeon Master dava os toques finais em seu caderno. A cada sessão de jogo, o cheiro de toner das páginas dava espaço ao odor gorduroso dos biscoitos passado pela mão gordurosa de seus jogadores.
Geração Xeroks
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